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domingo, 21 de fevereiro de 2021

Planejamento anual de Língua Portuguesa para baixar (9º ano do Ensino Fundamental de todos os bimestres)

 Um elemento-chave do ensino eficaz reside no planejamento das atividades de ensino e de aprendizagem realizadas na escola, particularmente na sala de aula. Esse planejamento deve ser feito para cada dia de aula e é parte das responsabilidades profissionais do professor. O blog Atividades Itinerantes está disponibilizando o planejamento anual de Língua Portuguesa do 9º ano do Ensino Fundamental completo e de acordo com a BNCC.

Atenção! Para baixar os arquivos é preciso estar logado numa conta GMAIL.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Planejamento anual de Arte para baixar (6º ao 9º ano do Ensino Fundamental)

Um elemento-chave do ensino eficaz reside no planejamento das atividades de ensino e de aprendizagem realizadas na escola, particularmente na sala de aula. Esse planejamento deve ser feito para cada dia de aula e é parte das responsabilidades profissionais do professor. O blog Atividades Itinerantes está disponibilizando o planejamento anual de Arte do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental completo e de acordo com a BNCC.


quinta-feira, 23 de abril de 2020

Atividade interdisciplinar: Geografia e Matemática - Vale mais o isolamento ou salvar a economia? / 6º ao 9º ano


Atividade para  a  turma do 6º ano
De acordo com o que estamos vivendo no mundo atual: a pandemia do Coronavírus, observe o mapa e a tabela abaixo e em seguida reproduza um gráfico de barra com os números informados na tabela destacando os países, números de casos e números de mortes.


                                         Atividade para  a  turma do 7º ano
De acordo com o que estamos vivendo no mundo atual a pandemia do Coronavírus, observe o mapa com os estados brasileiros abaixo e em seguida reproduza um gráfico de barra com os números informados na tabela destacando os estados, números de casos suspeitos de cada estado.

                                                 Atividades para estudantes 8º ano
De  acordo com o que estamos vivendo no mundo atual a pandemia do Corona vírus, observe o mapa  abaixo e em seguida reproduza um gráfico de barra com os números informados na tabela destacando as cinco regiões do Brasil, números de infectados e números de mortes.

                                              Atividade para turma 9º ano
Dando continuidade ao conteúdo que estávamos estudando sobre Geopolítica e o mundo contemporâneo. Só para relembrar que:
Geopolítica é uma categoria da geografia que abrange os fenômenos históricos e políticos da atualidade.
Ela tem o objetivo de interpretar a realidade global e envolve o estudo de guerras, conflitos, disputas ideológicas e territoriais, questões políticas, acordos internacionais, etc.
E de acordo com o que estamos vivendo no mundo atual a pandemia do Coronavirus, observe a tabela abaixo e em seguida reproduza um gráfico de barra com os números informados na tabela destacando os países, números de infectados e números de mortes.
OBSERVAÇÃO: PARA MELHOR VISIBILIDADE DAS IMAGENS CLIQUE EM CIMA DELAS.
                                                        Até a próxima!

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Avaliação Bimestral de Ensino Religioso - 9º ano

Professores de Ensino Religioso,
O Blog Atividades Itinerantes traz a sugestão de prova referente ao 2º bimestre para turmas de 9º ano. As questões foram elaboradas diante dos conteúdos trabalhados nas aulas de Ensino Religioso.



(Clique em cima das imagens para uma melhor visualização)

Gostou? Quer acompanhar mais atividades? CLIQUE AQUI.

terça-feira, 31 de março de 2020

Ensino Religioso: Cristianismo, Islamismo, Judaísmo, Budismo, Confucionismo e Taoismo.

Professores de Ensino Religioso,
Os textos abaixo é uma sequência abordando um resumo do histórico das principais religiosos mundiais, seguido de um caça-palavras e atividade.

Habilidades da BNCC que a atividade abaixo contempla:
  • (EF06ER02) Reconhecer e valorizar a diversidade de textos religiosos escritos (textos do Budismo, Cristianismo, Espiritismo, Hinduísmo, Islamismo, Judaísmo, entre outros).
  • (EF07ER03X) Reconhecer as funções e os papéis atribuídos às lideranças de diferentes tradições religiosas.



(Caso queiram melhorar a qualidade de imagens basta clicar em cima delas.)
É correto afirmar que as religiões supracitadas ensinam. (C-certo) (E – errado):
(  ) Cristianismo ressalta o amor de Deus.
(  ) O islamismo, através do profeta Maomé veio para transmitir as mensagens de Alá.
(  ) O budismo transmite discórdia.
(  ) O judaísmo através das suas festas celebram o perdão.
(  ) O judaísmo transmite intolerância com as demais religiões principalmente as politeístas.
(  ) O budismo através dos ensinamentos de Sidarta Gautama transmite um modo de vida simples com o propósito de libertar o ser humano de todo o sofrimento.
(  ) Os Umbandistas costumam meditar.
(  ) Os budistas costumam meditar para alcançar a paz com o objetivo de se libertarem do egoísmo e viver sem violência.
(  ) No Cristianismo, através das mensagens de Jesus é proposto a prática do amor ao próximo.
( ) Nos ensinamentos do confucionismo, os seguidores acreditam que o ser humano pode encontrar a sabedoria por meio da meditação.
( ) No confucionismo sua lei principal é a reciprocidade.
(  ) O livro sagrado do Taoismo, Tao Te Ching significa “o caminho e os princípios morais”.    
A ciência sem a religião é manca, a religião sem a ciência é cega. Albert Einstein
Até a próxima!

segunda-feira, 30 de março de 2020

Atividades de Geografia e História: China, socialista ou Comunista - 9º ano



Socialismo ou Comunismo- China

Há 70 anos, o Partido Comunista assumiu o poder na China, encerrando uma longa guerra civil, e seu líder, Mao Tsé-tung, anunciou o nascimento de uma nova nação: a República Popular da China.
Nesse período, o país passou por grandes mudanças. Mao implementou políticas marxistas, mas, diferentemente do comunismo soviético, centrado na classe trabalhadora industrial, a revolução maoísta se baseou nos camponeses.
O objetivo do líder chinês era industrializar o país e transformar a tradicional economia agrária. Para isso, criou grupos de trabalho e fazendas coletivas, proibindo a agricultura particular e a propriedade privada.
A coletivização e a centralização da economia transformaram a sociedade.
A China passou de país pobre e rural a potência mundial em 4 décadas.
Mas o Grande Salto para Frente — como Mao chamou seu processo de industrialização — também causou uma insuficiência alimentar muito séria e a fome matou de 20 a 45 milhões de pessoas entre 1958 e 1962, segundo diferentes fontes.
Mao aprofundou suas políticas comunistas e lançou, em meados dos anos 60, outro projeto controverso: a Revolução Cultural, uma campanha contra partidários do capitalismo na China sob o pretexto — apontam os historiadores — de eliminar seus inimigos políticos dentro do Partido Comunista Chinês.
Milhões de pessoas foram aterrorizadas pela Guarda Vermelha, os jovens mobilizados por Mao para eliminar a "cultura burguesa".
Apesar disso, um forte culto à personalidade transformou Mao em uma espécie de divindade nacional.
A imagem dele ainda está muito presente no cotidiano do país asiático. No entanto, a República Popular da China é muito diferente daquela concebida pelo autointitulado "Grande Timoneiro".
Sete décadas após sua fundação como o maior país comunista do mundo, a nação asiática caminha, segundo alguns analistas, para se tornar a principal potência econômica do planeta.
O PIB chinês é superado apenas pelo dos Estados Unidos. No entanto, em termos de paridade do poder de compra (PPP), já é o país mais rico do mundo.
A China também possui o setor bancário mais rico e a instituição com o maior total de ativos: o Banco Industrial e Comercial da China (ICBC).
E é o principal gigante comercial: produz e exporta mais que qualquer outro país, com 119 empresas na lista das 500 maiores do mundo, segundo a lista de 2019 da revista Fortune.
Tudo isso foi possível devido a mudanças introduzidas desde 1978, dois anos após a morte de Mao, por Deng Xiaoping, que promoveu um programa econômico que ficou conhecido como "reforma e abertura".
Deng fez o oposto da proposta de Mao: liberalizou a economia, permitindo o ressurgimento do setor privado e o poder descentralizado, deixando a tomada de decisão nas mãos das autoridades locais.
Ele também passou a dar aos agricultores maiores liberdades para que pudessem administrar as terras que cultivavam e vender os produtos que colhiam.
Também promoveu uma abertura ao exterior: ele viajou para os EUA e selou laços com Washington, após o histórico primeiro passo que Richard Nixon deu ao visitar a China nos últimos anos de Mao, em plena Guerra Fria.
Assim começaram os contatos comerciais entre a República Popular da China e o Ocidente, abrindo espaço para a entrada no mercado chinês de investimentos estrangeiros e multinacionais icônicas do capitalismo, como Coca-Cola, Boeing e McDonald's.

'Socialismo com características chinesas'
O modelo econômico introduzido por Deng, baseado em uma economia de mercado, foi chamado de "socialismo com características chinesas".
A fórmula foi bem-sucedida e permitiu à China começar a crescer, de forma sustentável, em níveis recordes, por três décadas.
O Banco Mundial estima que mais de 850 milhões de chineses saíram da pobreza graças às reformas, como parte de um desenvolvimento sem precedentes.
Os líderes posteriores — Jiang Zemin, Hu Jintao e o atual presidente do país, Xi Jinping — mantiveram os planos de reforma e abertura.
A China se modernizou e hoje não apenas domina a fabricação de roupas, têxteis e eletrodomésticos. É também um gigante tecnológico.
A multinacional Huawei, a maior empresa privada da China, é líder no desenvolvimento da tecnologia 5G e a segunda maior fabricante de telefones celulares do mundo.
Outra empresa privada, a Lenovo, vende mais computadores pessoais que qualquer outra empresa no mundo.          
Os fundadores dessas empresas estão entre as centenas de chineses que agora fazem parte da lista de bilionários da revista Forbes.
Com tudo isso, vale a pena perguntar: podemos continuar chamando a China de país comunista? Do ponto de vista político, a resposta é: definitivamente, sim.


'A pesada mão invisível'

Setenta  anos depois de Mao chegar ao poder, o país ainda é governado por uma única força, o Partido Comunista da China, que opera de forma centralizada e tem líderes em cada cidade e região do país.
O presidente é eleito pela Assembleia Popular Nacional (o Parlamento), que é controlada pelo Partido Comunista.
Não há liberdade de imprensa e, com exceção de alguns meios de comunicação privados, o setor de mídia está sob controle estatal.
Segundo a organização de direitos humanos Human Rights Watch, o governo chinês "mantém controle rígido sobre a internet, os meios de comunicação e a academia". Também "persegue comunidades religiosas" e "detém arbitrariamente defensores dos direitos humanos".
No entanto, quando o país é analisado por uma perspectiva econômica, é outra história.
Politicamente comunista. Economicamente, nem tanto. "Economicamente, a China está hoje mais próxima do capitalismo do que do comunismo", disse à BBC Kelsey Broderick, analista especializada em China da consultoria Eurasia Group.
"É uma sociedade de consumo, o que é completamente oposto ao comunismo", disse.

No entanto, Broderick alerta que, embora à primeira vista a economia chinesa pareça completamente capitalista, "se você remover a camada mais superficial, poderá ver a mão pesada do Partido".
A "mão invisível" do Partido Comunista da China está em todos os aspectos da economia.
As camadas inferiores trabalham de forma mais próxima ao capitalismo, mas o controle é definitivamente mais visível no topo da pirâmide econômica: o Estado determina, por exemplo, o preço do yuan e quem pode comprar a moeda chinesa.
É o Estado que controla quase todas as maiores empresas do país, que administram os recursos naturais.
Ele também é oficialmente o proprietário de toda a terra, embora, na prática, as pessoas possam ter propriedades privadas.
E o Estado também controla o sistema bancário, decidindo quem pode tomar empréstimos.
Até as empresas privadas chinesas devem passar por inspeções estatais e ter "comitês partidários que possam influenciar a tomada de decisões".
Isso também ocorre com algumas empresas estrangeiras, no caso de terem entre seus empregados três ou mais funcionários do Partido (situação comum, considerando que o grupo tem quase 90 milhões de membros).
Essa fronteira confusa entre o privado e o estatal está por trás da controvérsia que afeta a Huawei hoje, depois de os Estados Unidos acusarem a maior empresa privada da China de ser uma frente de espionagem estatal — o que a companhia nega.

'Capitalismo estatal'
Esses traços socialistas que persistem no modelo econômico chinês e que levaram muitos analistas a usar o termo "capitalismo de Estado" também exacerbaram a guerra comercial entre a China e os Estados Unidos.
Embora o conflito esteja centrado na balança comercial, que é muito favorável a Pequim, Washington e outros parceiros comerciais da China reclamam do enorme auxílio estatal que as empresas privadas chinesas recebem e que, portanto, as coloca em vantagem na comparação com seus rivais internacionais.
"As empresas privadas chinesas têm uma dupla vantagem: tomam empréstimos de bancos públicos e recebem subsídios de energia de empresas estatais que controlam toda a produção de energia do país", diz o jornalista e analista internacional Diego Laje.
Laje, que foi apresentador da TV Central da China em Pequim e correspondente da rede americana CNN na Ásia, acredita que a China "não pode ser chamada de capitalista porque não atende aos requisitos e compromissos da Organização Mundial do Comércio (OMC)", à qual aderiu em 2001 e que ainda não a reconhece como uma "economia de mercado".
No entanto, o jornalista ressalta que "no dia-a-dia, a intervenção estatal não é sentida, o que dá uma sensação de liberdade" que faz com que, de muitas maneiras, a economia chinesa opere como um sistema capitalista.
"Sinto que a China é cada vez mais capitalista", disse às BBC Xiao Lin, uma mulher de 30 anos do sudeste da China que mudou para Pequim para estudar e trabalhar como intérprete.
Ela diz que vê isso principalmente no mercado imobiliário. "As casas estão ficando cada vez mais caras e apenas os ricos podem comprá-las. Jovens profissionais como eu não conseguem ter a própria casa e dependem dos pais ou avós."
A desigualdade é outra consequência que a liberalização da economia trouxe.

Isso também é perceptível nos serviços de saúde: a maioria dos chineses depende do sistema público, geralmente lotado, mas os mais ricos vão para hospitais particulares.
A educação chinesa também passou por mudanças. Ainda é oferecida pelo Estado, mas já não é mais totalmente gratuita. "São 9 anos obrigatórios e não pagos. Mas, para ir ao ensino médio e à universidade, é preciso pagar", diz a jovem.
Onde ela mais sente a presença do Estado em sua vida é em termos de segurança e liberdade de expressão.
A primeira questão ela elogia: "A China é o país mais seguro que existe, o governo garante nossa segurança".
Por outro lado, lamenta as restrições que enfrenta quando quer navegar na internet ou usar as redes sociais.

Futuro: mais reformas ou retorno ao passado?
Mas o que acontecerá com a China no futuro? O processo de "reforma e abertura" será aprofundado, como muitos exigem?
Enquanto alguns chineses, como o primeiro-ministro Li Keqiang, defendem a expansão da economia de mercado, Xi Jinping mostrou sinais de querer fortalecer as rédeas do poder estatal.
"Xi quer que um estado forte esteja no comando. Ele simplesmente não acredita nas forças do mercado como solução para os problemas, nem vê espaço em que o Partido Comunista não possa ou não deva intervir", disse ao jornal South China Morning Post, o principal jornal em inglês de Hong Kong.
No âmbito político, a abertura é ainda menor.
Em 1989, o massacre na Praça da Paz Celestial (Tiananmen) — quando milhares morrerram na repressão pelas forças de segurança a protestos pacíficos em favor de maiores liberdades — acabou com qualquer possibilidade de mudança nessa área, concordam os especialistas política chinesa.
E, segundo Laje, a maneira como Xi lidou com os recentes protestos em Hong Kong é uma indicação de que ele está endurecendo a sua postura.           
"Os níveis de repressão e controle estão aumentando e a tecnologia foi aperfeiçoada para que a China seja hoje um estado policial perfeito", diz ele.
Broderick, da Eurasia Group, argumenta que Xi "está convencido de que o colapso da União Soviética ocorreu porque eles deixaram de lado suas raízes comunistas e não quer que isso aconteça em seu país".
Há quem compare algumas de suas políticas com as de Mao: por exemplo, a campanha de combate à corrupção que ele promoveu quando chegou ao poder, segundo os críticos, era uma ferramenta contra seus oponentes políticos.
O colunista do South China Morning Post Cary Huang afirma que Xi se mostra como um "defensor do livre mercado e da globalização econômica" no exterior, mas "em seu país de origem ele lidera uma campanha para doutrinar a nação com ideologias do marxismo, leninismo e de Mao."
Segundo Huang, o presidente chinês conseguiu se tornar um "sábio do comunismo, ao lado de Mao e superior a Deng" e seu "entusiasmo pela ortodoxia comunista" pode ter a ver com seu desejo de "justificar o que provavelmente acabará sendo um governo vitalício, de estilo monárquico".
À medida que a economia chinesa desacelera — levando alguns a duvidarem de que ela possa se tornar a economia número um do planeta, ou mesmo cogitando uma grande crise financeira — aumentam as dúvidas sobre como Xi enfrentará a situação. Em 2018, a China modificou a Constituição para garantir sua continuidade no poder.
O que é certo, diz Laje, é que "hoje a classe média chinesa está acostumada a viver de uma certa maneira e para eles não há como voltar atrás".
                                                                                                               
Atividade 1-
Assista ao vídeo e faça um resumo sobre o que você entendeu.
Vídeo 1- Revolução Chinesa de 1949 - Brasil Escola https://youtu.be/oF8cC9ONt_M

Atividade 2-  
Qual objetivo do líder chinês, ao implantar o modelo conhecido como revolução maoísta?

Atividade 3º-
A crise social conduziu a China a uma longa guerra civil, opondo nacionalistas e comunistas, sob o comando de Mao Tse-tung e do Partido Comunista Chinês, apoiados pela União Soviética. A guerra civil chegou ao fim em 1949, quando o Partido Comunista Chinês conseguiu vencer definitivamente os nacionalistas e implantar a:
a) República Popular da China                    b) República Unificada da China
c) República da China                                  d) República Comum da China

Atividade 4 -
De acordo com o que você leu, podemos continuar chamando a China de país comunista? Faça em pelo menos 15 linhas a sua opinião a respeito do assunto.

Atividade -

Qual foi o principal objetivo de Mao Tsé-Tung (ou Mao Zendong) com a promoção da Revolução Cultura Chinesa em 1966?
a) estabelecer uma abertura à liberdade de pensamento e de expressão na China.
b) promover a integração das culturas tradicionais do Oriente e do Ocidente.
c) reconquistar a hegemonia dentro do Partido Comunista e do Estado Chinês.
d) estabelecer vínculos com os Estados Unidos e com a contracultura.
e) desenvolver a cultura chinesa nas áreas da música erudita e das artes plásticas.

 Atividade 6- Você acha possível  a China estabelecer uma nova ordem mundial? Explique. 
                                                                                                           
Até a próxima!

quarta-feira, 25 de março de 2020

Plano de aula Geografia e História: Coronavírus x Economia e Nova Ordem Mundial

ATIVIDADES GEOGRAFIA 9º ANO
1º ATIVIDADE:
- Escutar a música “O dia em que a terra parou”- Raul Seixas. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=lTE-DnvsHsI
- Fazer a comparação da letra da música com o cenário atual enfrentado no mundo pelo Coronavírus, e descrever no caderno a relação entre a música, o cenário atual e o processo de globalização em forma de produção textual (mínimo 10 linhas).

2º ATIVIDADE:
- Assistir a vídeo aula sobre globalização disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=6h4FcduXTnQ
- Realizar no caderno um resumo com o que foi entendido a respeito do vídeo assistido.(Mínimo 10 e máximo 15 linhas).


3º ATIVIDADE:

- Assistir ao vídeo para entender os impactos do Coronavírus na economia mundial. Disponível em:

Reescreva no caderno:

- A pandemia de coronavírus tem provocado abalos nos mercados globais, nas cadeias globais de suprimentos e na atividade econômica como um todo, elevando o risco de uma recessão global. O avanço do coronavírus tem colocado regiões inteiras em quarentena e confinamento, com diversos países fechando as fronteiras e decidindo ampliar medidas restritivas para tentar frear a disseminação da doença e minimizar os impactos econômicos. Embora o surto da doença tenha seu inicio concentrado na China, a Europa se tornou o novo epicentro do coronavírus, com países como Itália, França e Espanha impondo quarentena nacional à população. Ainda mais recentemente, o Brasil também apresentou casos da doença obrigando o governo a fechar shoppings, lojas, comércios, escolas, etc, como ocorreu em nossa cidade.
De acordo com o vídeo assistido, faça uma lista com os principais impactos e possíveis consequências do avanço do coronavírus nas economias globais e brasileira.



4º ATIVIDADE:

- Fazer a leitura do texto e do quadro para entender as diferenças entre capitalismo e socialismo e compará-las. Disponível em: https://www.diferenca.com/capitalismo-e-socialismo/

- Copiar e responder as seguintes atividades sobre capitalismo e socialismo:

1-  Leia com cuidado o texto abaixo:
"Sistema socioeconômico baseado numa economia planificada em que, teoricamente, não há classes sociais, pois as empresas em geral foram nacionalizadas ou estatizadas."
Ele se refere ao:
a) socialismo
b) capitalismo comercial
c) capitalismo financeiro
d) capitalismo industrial

2- Escreva na afirmação se trata-se de capitalismo ou socialismo:
a) As necessidades básicas devem ser atendidas, então um indivíduo não ficaria preocupado em se esforçar para ter uma propriedade como um imóvel.

b) Alguns pagam mais, outros menos, voltando ao cerne da desigualdade.

c) É proibido possuir propriedade privada. Isto faz com que o individuo em si não tenha nada, pois os bens pertencem a "todos" ou ao governo.

d) Em todo o mundo, vários países testaram e todos falharam.

e) Os bens e riquezas que pertencem a um indivíduo, geralmente são passados de geração em geração.

f) O governo tem o controle total dos bens, podendo utilizá-los nas áreas em que mais precisam.

g) O dinheiro não é fator de controle em uma sociedade.

h) Os indivíduos podem escolher o que irão consumir, e essa escolha faz com que a concorrência aumente, e surjam melhores produtos e serviços.

3- Nas afirmativas descritas nesta questão, há aspectos tanto do socialismo, quanto do capitalismo. Descubra do que se trata.
a) Nome que foi a ordem política mundial , em virtude das diferenças entre os sistemas
econômicos, criando-se entre os países dois pólos de influência: um capitalista e outro socialista.
b) Foi o maior símbolo da divisão do mundo entre capitalistas e socialistas.
c) O fim deste país provocou grandes mudanças no cenário geopolítico mundial, principalmente
o fim do socialismo na maioria dos países.
d) É o principal objetivo da organização da produção, ou seja, do sistema capitalista.
A RESPOSTA QUE PREENCHE CORRETAMENTE A QUESTÃO É:
A - ( ) a- Guerra Fria b- União Soviética c- Alemanha d- Consumismo
B - ( ) a- Ordem Bipolar b- Guerra Fria c- União Soviética d- Lucro
C - ( ) a- Ordem Bipolar b- Muro de Berlim c- União Soviética d- Consumismo
D- ( ) a- Ordem Bipolar b- Muro de Berlim c- União Soviética d- Lucro


- 5º ATIVIDADE:

- Assistir ao vídeo disponível em:
https://www.youtube.com/watch?v=1-1z2vT-_HU  para entender a configuração da “Nova Ordem Mundial”

- Fazer as anotações no caderno acerca do conceito de “Nova Ordem Mundial”, essas anotações podem ser em forma de resumo (mínimo 10 linhas) ou em forma de mapa mental.

Geografia: Socialismo na URSS - 9º ano


Socialismo na URSS /Ascensão a Decadência

União Soviética ou União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) foi uma nação que existiu entre 1922 e 1991. A União Soviética surgiu como resultado direto da Revolução Russa, que aconteceu em 1917 e transformou a Rússia em uma nação socialista. As transformações nesse levaram à sua unificação com outras repúblicas soviéticas no começo da década de 1920.
A União Soviética foi o símbolo mundial do socialismo e liderou o bloco comunista durante os anos da Guerra Fria. Ao final da década de 1970, a União Soviética iniciou uma forte crise econômica que levou o país à recessão e a uma crise política, a qual contribuiu para a fragmentação da União Soviética e o seu fim, em 1991.
A URSS era composta por 15 diferentes repúblicas que conquistaram a sua independência ao fim dessa nação, em 1991. Essas eram:
·         Rússia
·         Ucrânia
·         Belarus
·         Estônia
·         Letônia
·         Lituânia
·         Armênia
·         Geórgia
·         Moldávia
·         Azerbaijão
·         Cazaquistão
·         Tadjiquistão
·         Quirguistão
·         Turcomenistão
·         Uzbequistão

Nem todas essas repúblicas faziam parte da URSS desde seu início, pois algumas delas, como as nações bálticas (Lituânia, Letônia e Estônia), foram anexadas ao território soviético somente a partir da década de 1940. As repúblicas soviéticas englobavam uma grande diversidade étnica e cultural, e a Rússia era a maior e mais poderosa nação soviética.
Essa diversidade étnica reflete-se até mesmo na Rússia atual, a grande herdeira do legado soviético que tem em seu território mais de 20 repúblicas autônomas, cada qual com traços culturais e idioma próprios, como a Chechênia.

Formação da União Soviética


A origem da URSS está diretamente relacionada à Revolução Russa de 1917.
origem da União Soviética está diretamente relacionada com a Revolução Russa de 1917, o movimento que consolidou a ascensão dos bolcheviques ao poder da Rússia. Os bolcheviques, liderados por Vladimir Lenin, conseguiram destituir o Governo Provisório, que havia derrubado a monarquia czarista no começo de 1917.
Logo depois que Lenin assumiu o poder, foi criada a Rússia soviética e então iniciado um período de guerra civil, quando forças de oposição, auxiliadas por nações estrangeiras, iniciaram uma reação contrarrevolucionária. A Guerra Civil Russa estendeu-se de 1918 a 1921, deixando um saldo de milhões de mortos e o país arrasado.
Durante esse conflito, foi criado o Exército Vermelho, com o objeto de defender a revolução da invasão internacional. Uma vez vitoriosos na guerra civil, o governo comunista usou suas tropas para assegurar a implantação do socialismo no interior do território soviético, e isso contribuiu para a unificação de uma série de nações que formaram a URSS no final de 1922.

A disputa pelo poder

Vladimir Lenin foi o líder dos bolcheviques na Revolução Russa e governou a União Soviética de 1917 a 1924.
Assim que os bolcheviques tomaram o poder da Rússia, a liderança do país foi exercida por Vladimir Lenin, até 1924. Nesse período, esse realizou transformações na Rússia, ao mesmo tempo em que preservou estruturas para garantir a governabilidade do país abalado pela guerra. Na economia destacou-se a Nova Política Econômica (NEP).
Esse plano econômico foi implantado a partir de 1921, depois que foi aprovado no  Congresso do Partido Comunista. Essa política foi uma reintrodução da economia de mercado na URSS como medida emergencial para recuperar a economia do país, destruída após a guerra. Consistiu basicamente no desmantelamento de medidas revolucionárias tomadas entre 1917 e 1921.
Em 1922, porém, um grande baque abateu-se sobre a URSS: a saúde de Lenin deteriorou-se. O governante da Rússia soviética (que se tornaria URSS no fim daquele ano) sofreu um AVC e precisou afastar-se das suas funções para recuperar sua saúde. A situação de Lenin piorou até a sua morte, em janeiro de 1924.
O declínio da saúde de Lenin levou a uma disputa pelo poder na URSS que se concentrou em dois grandes nomes do Partido Comunista: Josef Stalin e Leon Trotsky. Outros nomes do partido, como Grigori Zinoviev e Lev Kamenev, envolveram-se na disputaram pelo poder, mas Stalin prevaleceu como secretário-geral da URSS.
Ao todo a URSS teve sete governantes diferentes. A lista de governantes soviéticos é a seguinte:
·         Vladimir Lenin (1917-1924)
·         Josef Stalin (1924-1953)
·         Nikita Kruschev (1953-1964)
·         Leonid Brejnev (1964-1982)
·         Yuri Andropov (1982-1984)
·         Konstantin Chernenko (1984-1985)
·         Mikhail Gorbachev (1985-1991)
Stalinismo

Josef Stalin governou a URSS de 1924 e 1953 e ficou marcado pelo autoritarismo e pela perseguição aos opositores.
stalinismo foi o período pelo qual a URSS foi governada por Josef Stalin. Isso aconteceu entre 1924 e 1953, e a ascensão de Stalin, como mencionado, aconteceu depois de uma disputa pelo poder com Trostky. A visão de poder do primeiro defendia o “socialismo em um só país”, ideia que entrava em choque com a teoria de revolução permanente e internacional defendida pelo segundo.
O stalinismo é entendido por muitos historiadores como um regime totalitário, dado o alto nível de autoritarismo praticado durante esse período da história soviética. O regime stalinista ficou marcado pelo culto ao líder implementado a partir da década de 1930 e pela perseguição a qualquer tipo de oposição interna.
Durante seu governo, Stalin ordenou a prisão e execução de milhões de pessoas. Muitas dessas prisões eram resultado da paranoia de Stalin, que acreditava que todos conspiravam contra ele. Muitos dos presos eram enviados para campos de trabalho forçado, os gulags, locais em que trabalhavam até a exaustão ou então eram executados.
A atuação de Stalin de eliminar qualquer tipo de oposição interna levou-o a expulsar Trotsky da União Soviética em 1929 e a ordenar sua execução em 1940, enquanto esse estava exilado no México. Até mesmo pessoas que haviam sido suas aliadas, como Nikolai Bukharin, foram executadas a mando do ditador soviético.
Além de ser responsável pela prisão e execução de milhões, o governo stalinista também foi responsável pela morte de milhões de pessoas de fome como resultado da coletivização das fazendas soviéticas, que aconteceu no começo da década de 1930. Os camponeses eram obrigados a trabalhar nas terras tomadas pelo Estado e a entregar a totalidade de sua produção. A falta de alimentos levou à morte de milhões por inanição, sobretudo na Ucrânia.
O stalinismo marcou também o investimento maciço no desenvolvimento industrial do país por meio dos Planos Quinquenais. O historiador Lewis Siegelbaum apresenta dados que mostram que o Plano Quinquenal buscava aumentar o investimento na indústria em 228%, a produção industrial em 180%, a geração de eletricidade em 335%, e a força de trabalho industrial em 39%. Stalin governou a União Soviética até 1953, ano de sua morte.
União Soviética na Segunda Guerra

Em 1941, a União Soviética foi invadida pelas tropas nazistas por meio da Operação Barbarossa.
O envolvimento da União Soviética na Segunda Guerra Mundial foi fundamental para a derrota do Nazismo. Em agosto de 1939, o país assinou um Pacto de Não-Agressão com a Alemanha Nazista, o que abriu caminho para que os alemães iniciassem seu ataque contra a Polônia. Com esse acordo, os soviéticos também deram início aos seus planos de invasão do território polonês.
Entre 1939 e 1941, os soviéticos estiveram envolvidos em pequenos cenários de guerra: a Batalha de Khalkhin Gol e a Guerra de Inverno. Além disso, estiveram envolvidos com a morte de mais de 20 mil poloneses no Massacre de Katyn, realizado pela polícia secreta soviética, o NKVD.
A partir de junho de 1941, a entrada da União Soviética na guerra deu-se quando os nazistas deram início à Operação Barbarossa, o plano de invasão e conquista do território soviético. Apesar de inúmeros avisos, Stalin deixou a URSS desprotegida. Os primeiros meses da batalha dos soviéticos contra os alemães ficaram marcados por inúmeras derrotas.
Os soviéticos viram-se encurralados em diversas frentes. No norte, os alemães cercaram Leningrado e deixaram a cidade morrer de fome; no centro, ficaram a poucos quilômetros de Moscou; e no Sul investiram pesado contra Stalingrado e o Cáucaso. A resistência soviética em Stalingrado durante a batalha que se travou naquela cidade foi responsável por quebrar a força do exército nazista.
Outra batalha importante ocorreu em Kursk quando os soviéticos forçaram os nazistas a interromperem sua última ofensiva na frente da batalha oriental. Os soviéticos acabaram realizando todo o trabalho de libertação do Leste Europeu do domínio nazista. A última batalha dos soviéticos contra os nazistas deu-se durante a Batalha de Berlim, que marcou a capitulação do nazismo na guerra.
Guerra Fria
Depois da Segunda Guerra Mundial, a URSS emergiu como potência mundial possuindo um grande poderio militar e econômico, apesar de toda a destruição e de, aproximadamente, 20 milhões de mortos durante a Segunda Guerra Mundial. O estabelecimento de tropas soviéticas no Leste Europeu fez surgir naquela região regimes comunistas que se tornaram parte do bloco comunista, que foi liderado pelos soviéticos ao longo dos anos da Guerra Fria.
A disputa dos soviéticos pela hegemonia mundial, entre 1947 e 1991, fez com que pesados investimentos fossem realizados em áreas como esporteindústria bélica e tecnologia. A corrida espacial, por exemplo, foi um campo em que os soviéticos disputaram a hegemonia contra os americanos.
bloco comunista, por sua vez, ficou marcado pela falta de liberdade política evidenciada por inúmeras intervenções autoritárias dos soviéticos no bloco comunista, como as que aconteceram na Hungria, em 1956, e na Checoslováquia, em 1968. A construção do Muro de Berlim foi também outra demonstração da ação autoritária dos governos comunistas ao impedir que a população da Alemanha Oriental tivesse direito de mudar-se para a Alemanha Ocidental.
Desestalinização
Stalin faleceu em 1953, e o poder na URSS foi transmitido para Nikita Kruschev. O novo governante soviético ficou responsável pelo que ficou conhecido como desestalinização. Kruschev tratou de pôr fim ao culto à personalidade de Stalin por meio de denúncias dos crimes cometidos pelo regime stalinista.
Entre as medidas tomadas pela desestalinização estava a reabilitação de pessoas que haviam sido condenadas durante o governo stalinista. O grande símbolo da desestalinização da URSS foi um discurso de Nikita Kruschev durante o XX Congresso do Partido Comunista, que aconteceu no ano de 1956.
Segundo o historiador Gregory L. Freeze, Kruschev, durante esse discurso, “apresentou uma exposição devastadora dos crimes de Stalin após o assassinato de Kirov em dezembro de 1934”. O discurso de Kruschev comentou crimes realizados durante a década de 1930, durante a guerra e no pós-guerra.
Decadência


decadência da URSS iniciou-se durante o governo de Leonid Brejnev, presidente do país entre 1964 e 1982. O período em que Brejnev esteve à frente da União Soviética é considerado como um período de grande estagnação que deu início ao fim da URSS. Brejnev colocou fim à reformulação dos quadros do governo e fez com que os cargos administrativos fossem ocupados por uma mesma pessoa durante anos.
Isso resultou no envelhecimento da idade média dos membros de governo e prejudicou a qualidade do trabalho prestado nos cargos governamentais. Gregory L. Freeze ainda mencionou que isso, a longo prazo, contribuiu para assentar a corrupção entre as fileiras do governo, sobretudo nos cargos do alto escalão.
Outro ponto negativo do governo de Brejnev foi a economia. Da década de 1970 em diante, inúmeros indicativos demonstraram o enfraquecimento da economia soviética. O crescimento do PIB recuou drasticamente e a quantidade de trabalhadores disponíveis caiu sensivelmente. Por fim, a agricultura em crise e a queda no crescimento industrial completaram o quadro da crise econômica soviética.
Apesar de uma economia em declínio, a situação era mascarada pela quantidade de dinheiro que entrava no país por meio do petróleo e do ouro — dois produtos que estavam com preços elevados no mercado internacional na época. Isso ajudou a esconder as deficiências da economia soviética, criando uma sensação de que a economia ia bem.
crise da economia soviética agravou-se quando o país resolveu invadir o Afeganistão para garantir a sustentação do regime comunista que existia naquele país. Ao longo de uma década, essa guerra custou bilhões de dólares e sangrou a economia da URSS. Quando Brejnev morreu, em 1982, a URSS estava em uma crise econômica enorme e a oposição contra o regime soviético começou a crescer.
Em 1986, o acidente nuclear em Chernobyl só agravou a situação, uma vez que a URSS teve de gastar uma grande quantidade de dinheiro para conter que o desastre nuclear fosse maior. Quando Mikhail Gorbachev assumiu a presidência, em 1985, a situação era caótica e ele procurou realizar reformas no país.
Glasnost e Perestroika

Mikhail Gorbachev defendia a necessidade de reformas a fim de restabelecer a União Soviética, e, para isso, colocou em prática a perestroika (reconstrução econômica) e a glasnost (transparência política). A perestroika tinha como princípio reduzir o envolvimento do Estado soviético com a economia e permitiu, depois de décadas, que investimentos privados pudessem ser realizados na economia do país.
glasnost, por sua vez, consistia em uma espécie de abertura política que tinha como objetivo combater o autoritarismo e a falta de liberdade que marcavam o país. Com a glasnost, foi permitida a publicação de livros que até então eram proibidos; presos políticos foram libertados; e críticas ao governo começaram a ser permitidas. Caso tenha interesse, sugerimos a leitura do texto sobre esse assunto: Perestroika e glasnost na URSS
Fim da URSS
A situação da União Soviética começou a deteriorar-se rapidamente durante o governo de Gorbachev, e as reformas na economia não deram os retornos esperados de imediato. A economia piorou e a situação interna agravou-se com o surgimento de movimentos de autodeterminação em partes do território soviético.
As medidas tomadas por Gorbachev (incluindo as reformas realizadas) desagradavam uma ala mais tradicional do Partido Comunista, e, em agosto de 1991, foi realizada uma tentativa de golpe de Estado, mas essa tentativa fracassou e Gorbachev manteve-se à frente da URSS.
Os movimentos de autodeterminação e as declarações de independência que foram realizadas entre 1990 e 1991 tornaram a existência da União Soviética insustentável, e, em 25 de dezembro de 1991, Gorbachev renunciou. No dia seguinte, a União Soviética foi dissolvida e, em Moscou, a bandeira soviética foi substituída pela bandeira russa.
Em 1941, a União Soviética foi invadida pelas tropas nazistas por meio da Operação Barbarossa.
A União Soviética existiu entre 1922 e 1991 e foi resultado direto da implantação do socialismo na Rússia, por meio da Revolução Russa de 1917.


ATIVIDADES:
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