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domingo, 27 de junho de 2021

Refletindo sobre uma (falsa) "novidade" no ensino...

O ensino remoto e híbrido tem obrigado os professores a produzirem textos e exercícios para seus alunos. Tenho notado que algumas gráficas já começaram a produzir material didático anunciando como facilitadores do ensino. Material colocado a venda a preços baixos. 

É um material de produção barata, em preto e branco, ilustrações simples, que trazem textos curtos (um resumo da matéria) seguidos de exercícios.

Isso me lembrou o método "estudo dirigido"  que foi moda há 50 anos. Editoras importantes como Ática, Moderna, FTD, Brasil etc. tinham livros didáticos de todas disciplinas no método "estudo dirigido". O livro era uma coletânea de fichas, algumas destacáveis, que traziam textos curtos ou exemplos de problemas de matemática e uma bateria de exercícios.

O método "estudo dirigido"  foi uma febre nos anos de 1970 a 1980. Na mesma época, era novidade o trabalho em grupo. Assim, bastava dividir a classe em grupos, distribuir as fichas de estudo dirigido e deixar os alunos aprenderem e exercitarem por si mesmos. No final da aula, recolhiam-se as fichas preenchidas, e com os nomes dos alunos. 

O método ainda existe. Se buscarem no Google vão encontrar escolas, faculdades e livros com esse método. Em sebos, também encontrarão livros didáticos de "estudo dirigido" daqueles anos. 

E por que o "ensino dirigido" não se manteve? Na época, o método foi muito criticado na academia por que ele ameaçava o professor especialista. Bastava um adulto alfabetizado pra orientar o aluno. O professor especialista era descartado. Além disso, o método padronizava alunos, colocando todos em um mesmo nível de pré e pós aprendizagem. O método tb restringia a dúvida e o debate pois "tudo o que o aluno devia saber" estava ali na ficha. Ele só tinha que ler, entender e responder as questões.

Era o ensino direto, objetivo, padronizador e... confortável, sem riscos de polemizações e conscientização. E ainda, dizia-se que o método valorizava a iniciativa do aluno (vocabulário antigo para "protagonismo"). 

 Hoje, com a crescente possibilidade de aprovação do "homeshooling", esse tipo de material certamente vai voltar com força total. É o material ideal para os pais e responsáveis acompanharem a educação dos filhos. 

Pensem muito bem, professores, a armadilha que as circunstâncias atuais podem estar nos conduzindo. Vamos refletir sobre outros aspectos da hiper valorização da auto-aprendizagem.

Imagem: capa de livro didático de ensino dirigido, editora Ática, 1974.
Fonte: Ensinar História

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Xadrez na escola


Jogar xadrez não proporciona apenas atividade lúdica, pois quando “a criança joga, compromete toda sua personalidade, não o faz apenas para passar o tempo, podemos dizer, sem duvida, que o jogo é o trabalho da infância ao qual a criança dedica-se com prazer” (SILVA, 2002, pg 21).
No xadrez o jogar exige visualizar as jogadas futuras do seu adversário, tendo que se concentrar no tabuleiro e visualizar as jogadas sem que se mova nenhuma peça no tabuleiro, somente utilizando a imaginação, esses conceitos repetidos varias vezes, acaba desenvolvendo inúmeros padrões mentais, que podem ser aplicados a áreas educacionais no dia a dia.


REGRAS

Objetivo

O objetivo final é capturar o rei adversário.

Preparação

Cada jogador começa com 16 peças, dispostas na primeira linha na seguinte sequência: torre, cavalo, bispo, rei e dama (a dama na casa da sua cor), bispo, cavalo e torre. Na segunda linha 8 peões. Note que a torre da direita deve estar em uma casa branca.
As brancas começam.

Como Jogar

A cada vez um jogador faz um movimento. As peças tem movimentação diferenciada, o que faz com que tenham valores diferentes. Veja em resumo como se comportam as peças:
  Rei            - é a peça mais valiosa pois se capturado a partida termina; pode movimentar-se em qualquer direção, mas só uma casa; não pode se mover para uma posição em que possa ser imediatamente capturado
 Dama – é a peça mais poderosa; pode ir para qualquer direção
Torre – movimenta-se na horizontal ou na vertical
Bispo – movimenta-se na diagonal
 Cavalo – movimenta-se uma casa na diagonal e uma casa na horizontal ou vertical, afastando-se do ponto de que partiu; é a única peça que pode pular outras no seu caminho
  Peão – movimenta-se uma casa para frente (da posição inicial pode avançar duas casas de uma vez); captura avançando uma casa na diagonal (é a única peça cujo movimento na captura é diferente do movimento normal); nunca pode recuar; se chegar até a última casa de uma fila é promovido a qualquer outra peça (só não um rei)
Captura: se dá por substituição; uma peça que tomar o lugar de uma peça adversária a terá capturado; a peça capturada sai do jogo; não é permitido capturar uma peça da sua própria cor.
Xeque: quando o rei é ameaçado, está em xeque; se não tiver defesa, é xeque-mate e final de partida. A defesa contra um xeque pode ser de três tipos: mover o rei, capturar a peça que está dando xeque ou colocar uma peça entre a peça que está dando xeque e o rei (a não ser que seja um cavalo, pois ele pode saltar sobre as outras peças).
Roque: um movimento especial em que o rei avança duas casas na direção da torre e a torre salta por cima do rei. Pode ser feito com qualquer uma das duas torres, mas para isso é preciso que nem o rei nem a torre tenham ainda se movido. Além disso, é proibido fazer roque quando se está em cheque.
En passant: assim que um peão avança duas casas, se ele parar ao lado de um peão adversário, o peão adversário pode capturá-lo avançando em diagonal, como se o primeiro peão tivesse avançado apenas uma casa e não duas.

Final de Partida

Se um jogador der xeque-mate no outro, ele vence. Se um jogador não puder mover nenhuma peça mas não estiver em xeque, a partida é considerada empatada. Se um jogador não tiver material suficiente para dar xeque-mate no outro (pelo menos uma dama ou uma torre ou dois bispos ou um bispo e um cavalo ou um peão, que possa ser promovido), também é empate. Ainda é possível que, em qualquer momento do jogo, os dois jogadores de comum acordo considerem a partida como empatada. Um jogador que achar que não tem mais chance, pode abandonar a partida, dando a vitória ao adversário.


ALGUNS PRINCÍPIOS ELEMENTARES

IMPORTÂNCIA DAS PEÇAS:
A importância das peças varia de acordo com a posição. Uma peça bem colocada é mais poderosa que uma peça mal colocada. Mas é necessário que o principiante tenha uma noção dos valores das peças para que possa julgar quais trocas lhe serão favoráveis. Um dos meios mais comuns é tomar um peão como unidade para dar valor às outras peças. Os valores então seriam:
Dama   - 9 a 10
Torre   - 5
Bispo - 3 a 3,5
Cavalo – 3 a 3,5
O rei tem valor absoluto, já que sua perda implica na derrota.

A ABERTURA

A seguir, alguns princípios para o decorrer da partida que é importante ter em mente especialmente nos primeiros lances, a fase conhecida como abertura.
Desenvolver as peças:
Levar as peças da posição inicial para posições mais centrais, especialmente os bispos e cavalos. Costuma-se desenvolver pelo menos um dos cavalos antes de mover os bispos. As torres e a dama geralmente são as últimas a serem movidas. Até que a maioria das peças esteja melhor colocada, não se move a mesma peça duas vezes, a menos que isso seja necessário ou possa trazer um benefício imediato.
Procurar ter controle do centro:
Como o valor das peças depende de sua posição e mobilidade, ganhar ou perder espaço no Xadrez é algo importante. É recomendável ter algumas peças ou situadas nas casas centrais ou apontando para elas. Geralmente se avança um dos dois peões centrais duas casas e pelo menos um dos cavalos é movido para a coluna do bispo.
Colocar o rei em segurança:
Uma vez atingido um grau mínimo de desenvolvimento, é importante fazer o roque, porque ele deixa o rei mais protegido, além de colocar uma das torres em jogo.

O MEIO JOGO

Jogados alguns lances, o tabuleiro já está numa posição bem diferente da inicial. No centro há peões e boa parte das peças já está melhor posicionada. O rei está protegido pelo roque. Começa então o meio jogo, a fase onde a grande luta vai ser travada. A seguir, alguns princípios gerais, formulados por William Steinitz, primeiro campeão do mundo de Xadrez, no sinal do século 19:
  1. O exército dominante pode atacar, e deve fazê-lo; caso contrário correrá o risco de perder a vantagem. Deverá atacar o ponto mais fraco da posição do adversário.
  2. Aquele que está na defesa deve querer defender-se e fazer temporariamente concessões.
  3. Em toda posição equilibrada, os dois lados manobram procurando inclinar o equilíbrio a seu favor. Mas uma posição equilibrada gera outras também equilibradas, caso os jogadores joguem com precisão.
  4. A vantagem pode consistir em uma grande e indivisível ou em um conjunto de pequenas. O lado predominante na luta de posições deve acumular pequenas vantagens e transformar as variáveis em constantes.

FINAL DE PARTIDA

Algumas características do final de partida.
Final de partida é o período do jogo em que a posição já está bem simplificada, com poucas peças sobre o tabuleiro.
  1. O rei tem papel importante: o rei abandona sua posição do roque e se dirige ao centro do tabuleiro, protegendo seus peões e atacando os do adversário. Controla um bom espaço e impede a penetração das peças adversárias.
  2. Tenta-se promover os peões: em geral esse é um dos objetivos principais no final de partida. Com o auxílio de uma nova dama, fica mais fácil decidir a partida.









Tabuleiro de Xadrez para Imprimir:


Uma dica para confeccionar o jogo de Xadrez, é fazer as peças com tampinhas de refrigerante e colando sobre cada tampinha as letras iniciais dos nomes das peças, para que as crianças identifique as peças.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

5 dicas para ensinar divertindo

Não é porque somos professores que temos que ser “chatos”. Não precisamos ficar dando matéria atrás de matéria, falando sem parar e dando aulas cansativas que os alunos nem escutam.
Quando estamos no papel de professor não podemos esquecer de nosso papel anterior: todos nós já fomos alunos. E podemos tirar partido dessa experiência se não nos esquecermos dela.
Seguem algumas dicas que (mesmo que pareçam simples) podem fazer diferença:
  1. Como era seu professor favorito? Como eram suas aulas? O que ele fazia em sala que agradava os alunos? vamos nos espelhar nos professores que ainda estão em nossa memória – prova irrefutável de que eram excelentes – e usar o que aprendemos com eles, não apenas como alunos mas também em nossa carreira.
  2. Não vamos esquecer que já fomos alunos. Quando prepara sua aula, não a veja como “professor”. Tente colocar-se no lugar do aluno que vai ouvir aquilo tudo. Tem muito “discurso” e pouca ação? Não sobra espaço para o aluno participar também? É uma “aula-presente”, dada de bandeja ou tem também algum conteúdo para ser explorado e descoberto por eles? Essa aula vai manter o interesse deles durante todo o tempo?
  3. Use o que sabe de seus alunos, inserindo a matéria no universo deles. Se vou falar de mitologia grega, por que não inserir no contexto de um filme ou mesmo videogame? Eu vi um outro dia que me fez recordar boa parte do que aprendi nas aulas lá nos idos de mil novecentos e bolinha. O game é “The God of War” e tem tudo a ver com mitologia. Por que não pesquisar? Por que dar sempre a mesma aula deixando de lado a individualidade do aluno? Por que não usar futebol (vídeos, jogadas, notícias sobre o assunto) para praticar física? Por que não usar seriados para aprender química?
  4. Prepare sempre uma brincadeira para iniciar ou encerrar uma aula. Não deixe que seja tudo “aula” dissertativa onde o aluno permanece apático e com a cabeça sabe-se lá onde. Prepare um jogo, uma adivinhação, uma música. Ao mesmo tempo em que se divertem poderão aprender e praticar.
  5. Surpreenda seus alunos. Mude a posição das carteiras, eleja um “professor por um dia” e nesse dia ele fará as perguntas. Peça a um aluno para “desenhar” ou anotar o que é dito na lousa. Escolha um “ouvidor”, à medida em que você explica ele ouve. Pare depois de alguns minutos, diga que esqueceu e peça a ele para lembrar-lhe o que você disse até ali. Pode ser com ajuda dos outros alunos. Ao começar a aula, pergunte o que os alunos lembram da aula anterior.
Nunca devemos esquecer de nossa experiência de alunos, porque ela é o que temos como vantagem. Nós podemos tirar partido do fato de que todos nós já fomos alunos, mas o aluno nunca foi professor.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Quando as festas de formatura devem começar?

Mais do que simples comemorações, as festas e as formaturas típicas do fim de ano, que marcam o encerramento dos ciclos educacionais, são "rituais"importantes para o desenvolvimento de crianças e jovens. "É neste momento em que o estudante realmente se dá conta que ele deixará de conviver com alguns colegas, que não seguirão com ele, e que terá de se preparar para as várias novidades da fase seguinte", diz Quézia Bombonatto, presidente da ABPp (Associação Brasileira de Psicopedagogia).

Para ela as comemorações têm três funções: 
- a primeira é para o próprio aluno, por caracterizar o sucesso obtido ao vencer uma etapa na formação; 
- a segunda é válida para a família, que tem reconhecido o esforço no apoio ao estudante;
- e, finalmente, ajuda na necessária elaboração mental das mudanças que virão como o próximo ciclo. 

A família deve valorizar, estar presente e estimular a participação de seus filhos nas atividades que fazem parte destas celebrações, como festas de encerramento, apresentações, viagens e passeios. Vale lembrar que, muitas vezes, as festividades de encerramento, especialmente as das crianças menores, envolvem apresentações, como coreografias, encenações teatrais, etc. É preciso respeitar caso a criança não se sinta inicialmente à vontade, especialmente as mais tímidas. Porém, os pais devem passar segurança, dizendo que ela é capaz de participar com os demais e mostrar o quanto gostariam de vê-la fazendo parte da festa. 

A presença da família nas comemorações é parte fundamental para a valorização deste momento e todos, avós, avôs, tios, tias, madrinhas, devem prestigiar, sempre que possível. Por isso, as festividades devem ser prioridade na agenda. E é preciso, também, respeitar a forma como a família se encontra estruturada. Para a criança, é importante contar com o pai e mãe na plateia. Mas padrastos e madrastas, por exemplo, também podem estar envolvidos. "Especialmente se tiveram um papel relevante na etapa de aprendizado. Por exemplo, se é a madrasta quem leva a criança para a escola ou se é o namorado da mãe que ajuda na lição de casa. Não se deve excluir quem está no contexto nem incluir de maneira forçada que não teve nenhuma presença anterior no dia a dia escolar", defende Quézia Bombonatto, presidente da ABPp (Associação Brasileira de Psicopedagogia).

domingo, 9 de outubro de 2011

Orientação sexual na adolescência


A orientação sexual na adolescência ganha cada vez mais importância. Mais do que transmitir que sexo por sexo é fuga e sexo com consciência é amor, discutir as formas de relacionamento entre adolescentes é também uma das grandes preocupações da sociedade. Causa estranheza observar o descaso e o desrespeito com que o assunto ainda é tratado. Nem é preciso ser um especialista para perceber a discrepância das atitudes.
A sociedade vem se preocupando em proporcionar segurança e liberdade sexual para os adolescentes, mas não consegue orientar adequadamente os representantes do futuro da nação sobre o assunto. Isso sem contar a forma com que o tema é tratado na mídia, principalmente em novelas, filmes nacionais e em programas de auditório. Sem contar que, associada à distribuição gratuita dos preservativos e da abortiva “pílula do dia seguinte”, a liberdade de atos sexuais entre adolescentes torna-se cada vez mais normal, como um incentivo à promiscuidade.


O ser humano não deve ser considerado apenas como um corpo. Sua alma necessita de afago. A simples promoção de sexo acintoso, sem responsabilidade e sem compromisso, também incita consequências trágicas como milhões de meninas gerando filhos, sendo violentadas, prostituindo-se à beira das estradas, crianças abandonadas por pais e mães despreparados para formar uma família e postadas em faróis à procura do sustento de cada dia. É claro, quem planta vento colhe tempestades.


A moral e a ética exigem que ensinemos aos jovens o autocontrole de suas paixões intensas. Que devem vencer a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis com atos responsáveis e não pelo uso da camisinha. João Paulo II assim se expressou sobre a camisinha: “Além de o uso de preservativos não ser 100% seguro, liberar o seu uso convida a um comportamento sexual incompatível com a dignidade humana […]. O uso da chamada camisinha acaba estimulando, queiramos ou não, uma prática desenfreada do sexo […]. O preservativo oferece uma falsa ideia de segurança e não preserva o fundamental”.
Devemos incentivar a formação de famílias com conceitos, raízes e sentimentos puros e morais. Conservadora ou não, a família é o sustento do espírito e a fonte de conforto nos anseios individuais.


A sociedade, de maneira geral, deve ter mais cuidado com o que simplesmente “controla a transmissão de doenças e evita filhos indesejados”. Ela deve transmitir princípios e valores por intermédio da orientação, em busca do resgate das origens e do respeito à moral e à ética.


A satisfação do sexo não está restrita ao corpo, ela deve estar atrelada ao coração, espírito e mente.

Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Dia do Profissional de Educação Física


Hoje 01 de setembro, é dedicado aos profissionais de Educação Física.
Este profissional é responsável por desenvolver o hábito do exercício físico, oferecer recreação, educar os movimentos através do exercício físico e dar subsídios para o condicionamento físico de pessoas de todas as idades, e também para os atletas.

Eu, dei muito trabalho para meus professores de Educação física, eles que o digam. Nunca gostei de praticar esportes, pois sempre fui uma negação em tudo, não consigo jogar bola, nem vôlei, nem basquete, nem nada, então sempre tive vergonha de entrar em algum time e ser vaiado pelos outros rsrsrsrsrs. Agora sofro as consequência, sinto dor aqui, acolá, estou igual um velhinho reclamão, mais ano que vem vou fazer nem que seja caminhada rsrsrsrsrs.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Ótima ideia para professores de educação infantil e que trabalha com o Projeto de tempo Integral, como eu já trabalhei até pouco tempo. Quando lecionei no projeto eu criei está experiencia com os alunos, misturando as cores das tintas guaches, isso estimula até mesmo a criatividade, visibilidade, e até mesmo ensinar as crianças a economizarem, quando não estiver uma determinada cor ele faz a mistura. É muito legal a experiencia.


sexta-feira, 15 de julho de 2011

Arte na escola cidadã


Caro(a) Professor(a),

A realização da 12ª edição do Prêmio Arte na Escola Cidadã - PAEC é uma ação conjunta do Instituto Arte na Escola - IAE e do SESI - Serviço Social da Indústria, instituição que atua em todo o território nacional, com ações nas áreas de educação, saúde, lazer, esporte, cultura e responsabilidade social.
Este é o único prêmio nacional destinado a professores de Arte e as escolas onde seus projetos são realizados. Sua inscrição é eletrônica e você poderá concorrer caso atenda a todos os requisitos de participação. Para saber mais, leia atentamente o Regulamento e inscreva-se. O prazo vai de 26 de maio a 31 de julho de 2011!


domingo, 10 de julho de 2011

A dura realidade do professor



Para ocorrer uma revolução positiva na maioria das nações é preciso que o processo tenha início na educação e nesse sentido o professor torna-se um dos principais agentes desse processo. 

No entanto, como esse profissional irá contribuir para a melhoria de um país se a população do mesmo não o valoriza e às vezes nem o respeita? Exercer a profissão de professor na maioria das vezes é um ato de extrema valentia e determinação, tanto em escolas públicas como privadas. Um dos primeiros problemas enfrentados é quanto à remuneração, sempre muito baixo, além disso, em diversos casos esses sempre atrasam. 

Há uma grande incidência de casos em que alunos agridem fisicamente ou verbalmente os professores, que muitas vezes têm que sair correndo para que não sofra algo pior. 

Infelizmente, o professor é visto por grande parte da sociedade como um subalterno para o qual são dirigidas diversas ordens. 

Quando o professor atua na escola pública muitas vezes não possui ou é limitada a autonomia plena para aprovar ou reprovar um aluno, isso por que o próprio sistema determina o percentual de aprovação e reprovação que deve acontecer com intuito de cumprir acordos firmados com organismos internacionais de ordem econômica como FMI (Fundo Monetário Internacional), Bird (Banco Internacional Para Reconstrução e Desenvolvimento) e Unesco, esses liberam créditos somente se os dados apresentados se enquadram nas exigências dos mesmos. 

Nas escolas particulares, em sua maioria, os problemas não diferem tanto, os donos designam a aprovação a qualquer preço, pois os pais não querem seus filhos reprovados, ainda mais que durante o ano foram gastos altos investimentos em mensalidades. Além desses agravantes, os pais ameaçam constantemente retirar os filhos da escola caso sejam reprovados. É bom enfatizar que existem pais que não agem dessa forma. Diante dos dois casos parece que a educação se transformou em comércio, os governos não querem perder empréstimos e investimentos e donos de escolas privadas não aceitam perder receita. É bom ressaltar que os casos citados acima não são regras, uma vez que existem instituições públicas e privadas que não se enquadram no contexto. 

No meio disso tudo está o professor que permanece sem ação e sujeito a crianças e adolescentes marginalizados, isso por que esses podem se referir ao educador com palavras de baixo calão, ameaças e xingamento, pois são garantidos pelo Estatuto da Criança, nas escolas particulares ocorrem praticamente as mesmas coisas, humilhação do profissional por parte de pais, patrões e alunos. 
Se um professor é agredido ou ameaçado e recorre ao dono da escola o que ele ouve é “melhor ficar calado, pois eles pagam seu salário” fato que acontece com grande naturalidade e por diversas vezes. 

Quando o professor toma uma atitude mais severa, como retirar o aluno da sala devido um ato de desrespeito, o culpado não é o aluno e sim o professor por ter constrangido o mesmo. Dessa forma, a legislação protege somente uma parte, ou seja, somente o aluno sofre constrangimento, e o professor, não sofre? (lembrando que existem diretores, alunos e pais que respeitam o profissional). 

Em muitos casos, os alunos que cometem esses atos são filhos de pais ausentes que não impõe limites e que tentam constantemente compensar sua falta com presentes como celulares, mp3, câmeras digitais entre outros, que se tornam outros tormentos na vida do professor em sala de aula. 

Esses são alguns dos problemas enfrentados diariamente pelos professores da maioria das escolas brasileiras, e que mostra claro o descaso com a educação que é a única maneira de mudar o panorama do futuro em vários sentidos, como ambiental, social, emprego, tecnologia avançada entre muitos outros que somente com uma educação de qualidade se pode alcançar.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O PROFESSOR SEMPRE ESTÁ ERRADO

Quando...
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia".
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta às aulas, é um "Caxias".
Precisa faltar, é "turista"
Conversa com outros professores, está "malhando" os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama à atenção, é um grosso.
Não chama à atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances dos alunos.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a "língua" do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, "deu mole".
É, o professor está sempre errado mas,
se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

sábado, 25 de junho de 2011

Culinária com meus alunos

Foi uma aula diferente que resolvi fazer, e além de diferente super gostosa, pois, o que fizemos foi um docinho de leite em pó, tudo que criança gosta. Tornou-se uma aula super dinâmica, e educativa também principalmente explorando muito a matemática de uma forma diferente. 




(Até tia Simone (pedagoga) entrou no clima)


OBS: ESSA AULA DIFERENCIADA É NO NÚCLEO ADÉLIA MOREIRA, ONDE EU TRABALHO.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

BULLYING: MITOS E VERDADES

Hoje, passando pelo site da psicopedagoga Clara, ela relata que no Jornal Notisul encontrou um ótimo texto de Patrícia Pozza na coluna Caminhos da Educação. Ela trabalhou com pais de alunos de uma escola sobre os mitos e as verdades do bullying e escreveu sobre alguns pontos dialogados no colégio. 
Para começar, Patrícia comenta sobre a grande repercussão de alguns casos de violência na escola, divulgados pela mídia, e do desconhecimento do que realmente seja este tipo de violência, existe a tendência de acreditar-se que todos os atos violentos que ocorram na escola são bullying.
Assim, como consequência da complexidade do estudo do bullying, muitos pais e profissionais que lidam com a clientela escolar podem considerá-lo algo que não o é. Por isso, é necessário conhecer e reconhecer o fenômeno, a fim de diferenciá-lo das brincadeiras ou atitudes inconsequentes próprias das diferentes idades, além das demais formas de violência.
O bullying “compreende todas as atitudes agressivas, intencionais e repetitivas que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder, tornando possível a intimidação da vítima” (Lopes Neto e Saavedra, 2003).
Para que se possa identificar o bullying, é fundamental que se leve em conta os critérios estabelecidos para o diagnóstico deste tipo de violência. São eles:
• Ações repetitivas contra a mesma vítima em um período prolongado de tempo.
• Desequilíbrio de poder, o que dificulta a defesa da vítima.
• Ausência de motivos que justifiquem os ataques.
O bullying se caracteriza por atitudes agressivas (físicas ou verbais), intencionais e repetidas, praticadas por um ou mais alunos contra outro. Não se trata de brincadeiras ou desentendimentos eventuais pois, os estudantes que são alvos, sofrem esse tipo de violência sistematicamente.
Patrícia mostra que é importante reafirmar que ele é diferente de uma brincadeira inocente, sem intenção de ferir. Também não se trata de um ato de violência pontual, de troca de ofensas no calor de uma discussão, mas de atitudes hostis, que violam o direito a integridade física e psicológica e à dignidade humana.
Portanto, ao analisar uma conduta agressiva, é imprescindível verificar se o ato preenche os critérios estabelecidos para a identificação do fenômeno. Somente depois o devido encaminhamento deve ser dado. Atuando dessa forma, a margem de erro é mínima, e as estratégias de atuação tornam-se mais efetivas.
(retirado do blog da Prof. Joelma)

sábado, 21 de maio de 2011

OS SETE PECADOS CAPITAIS DOS EDUCADORES


1)- Corrigir publicamente: Jamais deveria expor o defeito de uma pessoa, por pior que ela seja, diante dos outros. Valorizar mais a pessoa que erra do que o erro da pessoa.

2)- Expressar autoridade com agressividade: Os que impõem sua autoridade são os que têm receio das suas próprias fragilidades. Para que se tenha êxito na educação, é preciso considerar que o diálogo é uma ferramenta educacional insubstituível.

3)- Ser excessivamente crítico: obstruir a infância da criança. Os fracos condenam, os fortes compreendem, os fracos julgam, os fortes perdoam. Os fracos impõem suas idéias à força, os fortes as expõem com afeto e segurança.

4)- Punir quando estiver irado e colocar limites sem dar explicações: A maturidade de uma pessoa é revelada pela forma inteligente com que ela corrige alguém. Jamais coloque limites sem dar explicações. Use primeiro o silêncio e depois as idéias. Diga o quanto ele é importante, antes de apontar-lhe o defeito. Ele acolherá melhor suas observações e o amará para sempre.

5)- Ser impaciente e desistir de educar: É preciso compreender que, por trás de cada jovem arredio, agressivo, há uma criança que precisa de afeto. Todos queremos educar jovens dóceis, mas são os que nos frustram que testam nossa qualidade de educadores. São os filhos complicados que testam a grandeza do nosso amor.

6)- Não cumprir com a palavra. As relações sociais são um contrato assinado no palco da vida. Não quebre. Não dissimule suas reações. Seja honesto com os educandos. Cumpra o que prometer. A confiança é um edifício difícil de ser construído, fácil de ser demolido e muito difícil de ser reconstruído.

7)- Destruir a esperança e os sonhos. A maior falha que podem cometer é destruir a esperança e os sonhos dos jovens. Sem esperança não há estradas, sem sonhos não há motivação para caminhar. O mundo pode desabar sobre uma pessoa, ela pode ter perdido tudo na vida, mas, se tem esperança e sonhos, ela tem brilho nos olhos e alegria na alma.
(Augusto Cury)